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Participações a concurso com nomes de autores:

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Ficam aqui as participações recebidas lá com os nomes dos respectivos autores tal como prometido para depois da votação:




Participação número 1 - Analu79


Olá eu sou uma náufraga e vim aqui contar pra vocês algo muito inusitado que me aconteceu recentemente ;
Era
um dia lindo ,eu já havia terminado um evento lá no farmerama ,e
resolvi dar um passeio de barco pra relaxar ... O mar estava calmo e
podia -se ouvir o barulho das gaivotas a voarem pela praia .



Em algum momento acabei adormecendo deixando com que as águas do mar me levasse ...

Mas meu barquinho bateu nas pedras e afundou ... Sem saber ao menos onde estava ,fui parar numa praia deserta .

A
princípio não me preocupei pois sabia que logo logo chegaria alguém que
poderia me ajudar , não pensei em mais nada que não fosse curtir ...
O sol estava gostoso então resolvi pegar um bronze enquanto esperava ...

Mas
a medida que o tempo passava eu comecei a me preocupar , resolvi
sair da praia adentrar a mata pra ver se conseguia alguma ajuda , tudo
ali era tão belo !
Ouvi um forte barulho vindo de uma árvore e fui ver o que era , fiquei admirada com o que vi ;

Encontrei também muitas flores pelo caminho

Cada passo que eu dava pra dentro da mata era uma surpresa !
desse javali eu senti medo !
Mais e mais animais apareceram e nada de pessoas ...
A
noitinha chegou e eu resolvi voltar para a praia , pois a floresta
tinha muitos mosquistos , e eles estavam me devorando viva .
Eu estava desisperada , a fome já estava batendo também e eu não conseguia parar de pensar em um franguinho assado e o danado ficava saracutiando na minha frente eu até podia sentir o cheiro dele ...
Os sapos faziam a maior festança na beira da água e eu acabei pegando no sono ..
Logo que o dia amanheceu eu acordei e pude ver lá de longe um pequeno barco , então eu comecei a gritar e ascenar pra eles mas de nada adiantou , aí eu comecei a chorar desesperadamente !"Eu quero ir para casa !!!"
O
dia todo passei buscando um meio de poder me livrar dessa enrrascada
.Até que encontrei uma tábua na areia e tive a idéia de fazê-la de
prancha de surfe só que as ondas me jogaram pra praia novamente .... A fome estava acabando comigo então fui buscar algum alimento . daí avistei lá de longe o que parecia um ninho hum ...
O problema é que eu fui vista por ela que imediatamente veio correndo em minha direção
Calma! Calma! Eu griatava .


Voltei á praia já delirando pois a fome era tanta e o desgaste emocional e físico também ...
Ja
estava entardecendo e eu comecei ao ouvir barulho numa moitinha perto
de mim e já comecei a pensar que algum animal selvagem sairia dali e me
atacaria . Meu Deus eu já estava ficando louca pois eu havia visto um
dinossauro enorme e todo verde e eu travei uma luta imaginária com ele , acabei por vencê-lo e acabei fazendo dele meu bichinho de estimação ...

Comi algumas folhas de árvores e acabei adormecendo ...
O
dia nasceu e eu não vi mais o meu dinossauro , resolvi dar um mergulho
no mar ,pra derrepente sei-lá encontrar um submarino que me tirasse
dali quem sabe ...

Mas a única coisa que eu encontrei foi uma tartaruga marinha ,com quem acabei fazendo amizade Eu juro pessoal , ela conversava comigo !
Foi dela a idéia de pescar alguns peixes pro almoço
Ok
, peixe fisgado o jeito foi pensar em algo para cozinhar ele , foi aí
que eu lembrei do meu tempo de escoteira na adolescencia e tratei de
fazer um fogareiro com pedras e ascendê-lo com palha e madeira .
Logo depois do almoço fui me deitar debaixo de uma palmeira quando avistei um helicóptero sobrevoando a ilha Eu gritava ascenava e nada .
Comecei a dançar polca
a dançar flamenco , dançar hula- hula .Estava desisperada , até chamei meu "amigo dinossauro" pra dançar comigo !.
Mas foi em vão , não me viram !Eu caí no choroooo , comecei a sentir dó de mim mesma .
, mas um dia se passou e eu ali "ilhada", eu o dinossauro e a tartaruga ...Amanheceu...
Eu ainda estava dormindo quando ouvi sinos .
Achei que estava sonhando de novo , mas era um barco !
Ele havia vindo me resgatar ...Fiquei tão feliz de ir embora ,mas não consegui me despedir da minha fiel amiga tartaruga , e eu a trouxe comigo
Hoje quando conto esta história pras pessoas ninguém acredita , mas me diga você acredita ???
Beijos
Tchauuu !!!

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Participação nº 2 - Sonia Momoi


Certa manhã estava eu cansada de todos os dias acordar e logo ligar o PC,
resolvi então que esta manhã seria diferente, não ia ligar o PC e sim
sair, sair para a praia, caminhar na praia.




A praia fica no final da rua de casa e raramente ia até lá. Neste dia cheguei bem pela manhã e avistei uma canoa, um barquinho abandonado, a praia estava completamente deserta embora eu tivesse muito medo do mar, resolvi empurrar o barquinho e foi muito fácil, e sem perceber já estava em alto mar e nem fiquei com medo, era só não olhar para o mar.

Estava feliz, me sentindo livre, me sentindo como se estivesse em outro mundo, pois nunca tinha estado em alto mar. De repente não sei o que houve, o
remo ficou preso em algo e eu segurando ele, cai no mar..





Não sei se passou horas ou dias, só sei que recobrei a consciência em uma pequena ilha, aqui perto de casa tem algumas e pelo que percebi essa não tinha ninguém, mas tinha vestígios de que já teve gente por lá e logo pensei... Será que estou perto de casa, será que esta ilha é a que da pra ver quando estamos na orla da praia!




Comecei a andar pela ilha a procura de algo que possa fazer com que eu saia antes que anoitecesse e andando encontrei algumas arvores frutíferas e ate um coqueiro.
Lembrei-me de Nando e Juliana e pensei que estava
sonhando rsrsrs... Tentei fazer o mesmo que eles, percebi que estava para anoitecer e consegui com folhas de bananeiras fazer uma caminha e
acabei por adormecer.

Amanheceu... Vi que não se tratava de um
sonho, estava mesmo em uma ilha deserta e sem saber o que fazer para sair e pensava em minha família preocupada sem saber o que se passava
comigo.

A fome apertou, deu sede e novamente lembrei-me de Nando e Juliana e comecei a procurar algo para comer e beber, sorte que tinha
uns coco já caído no chão foi só bater em uma pedra e tomar a água. Já para comer no momento só bananas e consegui algumas por sorte também
estavam maduras, pensei com fome não fico.

Se eu soubesse que ninguém se preocuparia comigo, ate ficava por ali, estava bom de mais,
uma paz, tranqüilidade, só ouvia o barulho do mar e alguns pássaros cantando.

Depois de muito caminhar, voltei ao local onde estava a caminha e adormeci por algumas horas e quando acordei vi que tinha que sair, pois iria anoitecer e sabia que ficaria com medo da escuridão.
Voltei a caminhar e encontrei uma mochila e dentro tinha um celular, um par de óculos, um pente, um espelho e um lenço desses de limpar o nariz,
pensei teve alguém por aqui e esqueceu isso.

Novamente lembrei-me de Nando e Juliana e pensei, tenho que fazer uma fogueira para espantar algum bicho que possa aparecer e ao mesmo tempo alguém
passando de barco pode avistar uma pequena claridade e perceber que possa ter alguém, no caso eu...

Procurei por folhas secas e pedras na qual encontrei e esfregando uma pedra na outra, consegui faíscas que logo começou a se formar uma fogueira, fui pegando tudo que tinha em volta e colocando para que o fogo não terminasse e pudesse durar a noite toda e não é que durou!

Mais um dia se passou e eu pensava na minha família a minha procura e isso estava a me deixar agoniada e pensava... Tenho que dar um jeito de sair daqui, mas como?

Voltei para a caminha e fiquei pensando, olhei para mochila e tirei todos os objetos que lá tinha e não consegui pensar em nada que pudesse me
ajudar, ai lembrei... Posso fazer um sinalizador com o espelho! Peguei o espelho pendurei em um galho de uma arvore na direção do sol, usei o lenço, fiz umas tiras para que o espelho ficasse a balançar e pensei, o
celular também tem um espelho ou algo que reflete, vou usar também, abri o celular, tirei o espelho e dei um jeito de fixar em um tronco de uma
arvore também na direção do sol e não é que deu resultado!

Bom.. Agora é só aguardar, assim que passar um avião, ou mesmo um helicóptero, faço sinal e se anoitecer, tem a fogueira que continuei a colocar
galhos secos e o fogo não iria se apagar tão cedo.

Passaram-se mais uma noite e nada de aparecer ajuda, amanheceu, senti que as horas
se passavam, o sol estava cada vez mais quente e pensava, deve ser meio dia ou quase, daqui a pouco anoitece novamente e eu ainda aqui.

Vou tomar um banho de mar para me distrair um pouco, derrepente avistei um helicóptero, corri junto aos espelhos e consegui sinalizar e ser vista e
logo resgatada.
Que aventura! Estive em alto mar de canoa, passei três dias em uma ilha deserta e ainda sobrevoei de helicóptero!

To em casa salva com a família e espero voltar na mesma ilha, mas com segurança, ou seja, acompanhada de vários amigos de preferência que
tenham um helicóptero.

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Participação nº 3 - Beatrizz



Todos os dias ouvia na rádio o anúncio ao concurso que haviam lançado e cuja oferta era um cruzeiro durante 7 dias com tudo incluído. Nunca fui de participar muito neste tipo de concursos, mas desejava á muito poder fazer uma viagem dessas e como são sempre tão dispendiosas até então não tinha conseguido. Aquele anúncio passava várias vezes na rádio, tantas vezes que comecei a ficar entusiasmada e concorri, afinal não tinha nada a perder, era tudo uma questão de sorte, sorte foi o que tive pois fui uma das vencedoras.

E assim parti feliz da vida com o que pensei ser umas grandes férias, mas o pior é que a viagem não foi bem a esperada.
Tudo corria bem até que foi dado alerta de que havia fogo no navio, depressa percebi que era verdade pois as as chamas consumiam tudo a uma velocidade galopante e daí ao navio afundar foi um instante. De repente fiquei na água com o colete salva vidas e vi-me arrastada pela corrente para uma ilha totalmente deserta.
- OH meu Deus que faço agora? – Pensei eu aflita…não havia ninguém, nem nada para me socorrer… comecei a olhar a minha volta e consegui localizar mais ou menos onde estaria, sabia que quinzenalmente passava por ali um barco patrulha, então comecei a pensar em como sobreviver até ao dia em que aparecesse o tal barco, tudo o que me restava era uns pequenos obejectos que tinha na bolsa a tiracolo quando cai no mar.
Comecei a explorar a ilha e ao entrar no interior vi uma lagoa linda, mergulhei nela de imediato, a água era limpa, estava rodeada por coqueiros e palmeiras, com lindas araras em seus ramos, mais adiante numa zona já mais árida viam-se cactos bem carnudos, davam portanto para saciar a minha sede, rochas e pedras e muitas avestruzes.
A ilha era linda e tinha muitos recursos naturais, e bastava-me ter inteligência suficiente para saber utiliza-los.
Tinha fome e estava cansada, tudo o que precisava era começar por confecionar uma refeição, então ao fim de mil e uma tentativas lá consegui apanhar um peixe e até bem grandinho, armei pedras um círculo e empilhei alguns paus dentro para fazer uma fogueira, mas precisava de lume, lembrei-me então que na bolsa tinha um espelho e como ainda estava bastante sol peguei em de vegetação seca e com o reflexo do sol sobre o espelho fiz lume.
Enrolei o peixe em algas para lhe dar certo sabor a salgado e coloquei sobre uma pedra lisa em cima do lume a grelhar, havia imensas conchas espalhadas por toda a ilha de vários feitios e tamanhos, havia também búzios bem cheios e outros pequenos crustáceos, então com uma enorme concha bem côncava fiz o que utilizaria para “tacho” onde cozi o buzio com água do mar. Peguei num coco, havia muitos caídos no chão, fiz um buraquinho e bebi o seu sumo, parti-o e retirei o coco da casca, como a casca do coco é dura aproveitei-a para fazer dela uma espécie de tigela para transportar água e beber água de outros cocos. Para sobremesa grelhei uma banana, havia também mangas e outros frutos tropicais.
O Jantar estava pronto, peguei numa folha de palmeira e com fiz uma “toalha” de mesa em cima da areia branca e fofa, coloquei o peixe grelhado noutra concha liza que serviu de prato, juntei a banana e o coco que tinha reservado e deliciei-me no meu “banquete” improvisado mas que soube como se tratasse do maior manjar da vida.
Agora de barriga cheia era preciso improvisar um abrigo para passar a noite.
Com folhas de palmeira e alguns paus fiz uma espécie de cabana, deitei-me sobre folhas secas que faziam de “colchão”e como estava muito calor a roupa que tinha era o suficiente para não ter frio.
De manhã acordei com o barulho das araras, avestruzes, com o mar de fundo e uma suave brisa de ar quente.
Realmente fome e frio não iria passar, havia muitas e variadíssimas frutas, raízes saborosas, peixes, conchas, algas, etc., mas eu não podia permanecer ali para sempre isolada do mundo e havia os amigos e família que deviam estar desesperados a minha procura. Ainda conservava comigo o telemóvel mas apesar de incrivelmente funcionar não havia rede para comunicar.
Tinha de arranjar maneira de dar um sinal de socorro para quando lá passasse o barco patrulha. Arranjei um enorme pau, amarrei na ponta um lenço de pano branco que tinha na algibeira, tinha também uns óculos escuros espelhados na bolsa que os atei junto ao lenço de maneira a fazer reflexo sobre o mar, espetei o pau no ponto mais alto da ilha e fiquei espera que resultasse.
Após sete longos dias lá avistei o barco patrulha que tinha avistado o meu sinal de resgate, e lá regressei rumo a casa.
E foi assim a minha aventura que depois do grande susto e analisando agora que já passou tanto tempo, tornou-se numas férias inesquecíveis e diferentes.

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Participação nº 4 - Sara margarida

Presa numa ilha deserta


A semana passada fui dar uma volta de canoa no mar, mas de repente o mar ficou muito agitado e quando dei conta já tava muito longe da costa, tentei regressar mas o meu esforço foi impossível. Veio uma onda que virou a canoa e eu cai a água, a minha sorte é que estava com colete salva vidas, depois de tanto tempo agarrada a canoa, o que pareceu uma eternidade não passou mais que 20 minutos, avistei uma ilha e nadei ate la pois o mar já estava a ficar com menos ondas e era mais fácil para nadar.
Esta ilha notava-se que era uma ilha tropical, cheia de palmeiras, coqueiros, mangueiras, bananeiras,… Tudo fruta deliciosa e que eu gosto muito, mesmo no meio da ilha também existia um lago de agua doce, e tinha peixes, a ilha estava completamente deserta não havia sinais de vida humana, mas facilmente descobri onde é que estava, era uma ilha que fica a sul de Portugal mas que pertence a Africa também sabia que em cada quinze dias passava lá um barco patrulha pelo o que ouvi na televisão a ultima vez que tinham ido lá foi á 5 dias então só tinha de esperar 10 dias pelo o meu resgate. Entretanto tinha que sobreviver como podia.
Tirei a roupa e pu-la a secar enquanto ia dar um mergulho no lago, quando sai a roupa já estava completamente seca pois lá fazia muito calor como já estava a ficar de noite e eu também já estava a ficar com fome, então fui arranjar uns paus e umas pedras para preparar uma fogueira, como tinha visto no “Tarzan” raspei duas pedras uma na outra na esperança que resulta-se e por incrível que pareça até que resultou mesmo, também fui apanhar uma fruta para fazer o meu jantar e apanhar um peixe, peguei numa daquelas conchas enormes que existiam na ilha, que por sinal não eram poucas, e pus lá o peixe a grelhar e apanhei algumas frutas para comer.
Depois de comer o meu lanche ajantarado, fui fazer uma cabana para dormir e enquanto andava a procura de materiais para a fazer avistei uma gruta, essa gruta era perfeita pra mim então fiquei por ai.
Lembrei-me que tinha um telemóvel na mala e fui busca-lo para pedir ajuda. Quando olhei para ele vi que ele estava todo molhado e tirei-lhe a bateria e pu-lo ao sol a secar. Quando veio a noite deitei-me logo e adormeci depressa porque esta exausta.
De manha acordei fui fazer o pequeno-almoço fui ver se o telemóvel funcionava para minha sorte, mas para meu azar logo dei conta que não tinha rede naquela ilha, então, peguei no espelho no e no pente que tinha bolsa e penteei-me, pus-me a pensar como vou avisar ao barco de patrulha que estou aqui, lembrei-me das tribos antigas que faziam sinais de fumo para comunicar umas com as outras, e tentei fazer, resultou na perfeição, fui dar um mergulho e vi duas avestruzes confesso que fiquei maravilhada quando tirei a roupa e entrei no lago vi uma arara fêmea com os seus filhos em cima de uma bananeira.
Depois de tantos dias a historia já se começava a repetir…Finalmente chegou o dia do meu resgate então fui preparar o meu plano fiz uma fogueira e fiz os sinais de fumo e o barco patrulha veio logo resgatar-me.
FIM

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Participação nº 5 - Roseane


Certo dia eu e minhas amigas combinamos em fazer um passeio juntas.
Programámos durante meses a maneira como tirar estas férias até que. felizes, conseguimos pagar uma viagem pela costa brasileira com duração de dois meses.




No dia marcado, deixámos então nossas famílias e embarcámos nesta mais nova aventura.
No embarque. o tempo estava ensolarado e tudo parecia correr muito bem.


Alguns dias já no mar quando o tempo virou e as águas começaram a agitar até que o capitão, por não avistar ao seu redor, não consegue mais segurar o navio que colide com uma imensa rocha.




As pessoas a bordo no momento da colisão estavam dormindo e quando perceberam o navio estava a afundar.
Eu e minhas amigas fomos colocadas em um bote salva-vidass, mas nem todos tiveram a mesma sorte.
Dias se passaram e a nossa única maneira de sobreviver seria coletar a água da chuva com a cobertura do bote e pescar com anzóis improvisados, feitos com os alfinetes de segurança.




Nas primeiras semanas. eu e minhas amigas estávamos bem, até que as chuvas estiaram durante dias e minhas amigas não aguentaram de sede e beberam a água do mar. Foi a perdição delas.
Sofri muito, pois acabei ficando sozinha naquele imenso mar.
Pensei que também iria perecer, quando de repente uma tempestade caiu e o meu bote foi empurrado pelas ondas para uma ilha. Que noite horrível!!




Quando acordei, pensei que fosse uma ilusão da minha mente, não acreditei, estava em terra firme.




Com fome, com sede e muito fraca, comecei a caminhar e conforme eu entrava na mata, encontrei diversos coqueiros, mas como tirar os cocos?Trancei alguns cipós e fiz um apoio para que pudesse colher os cocos e matar minha sede. De cima do coqueiro arranquei algumas folhas, para levar para praia, pois sabia que iriam me servir,encontrei também bananeiras, palmeiras e avistei lindos pássaros, macacos, mas quando percebi que o dia já estava a entardecer, voltei para a praia.




Construí uma pequena cabaninha com troncos e bambús que encontrei, lembrei que as folhas de bananeira parame proteger do sereno e da chuva, mas naquele dia o pequeno abrigo foi totalmente improvisado, pois eu estava exausta, já tinha conseguido matar minha sede com a água de coco e me alimentei de bananas.




Anoiteceu e fiquei abrigada no escuro, onde a única claridade era a luz do luar, não tive como fazer nenhuma fogueira, pois não sabia como fazer o fogo. Tentei muito com troncos, mas não consegui.
Na manhã seguinte, entrei novamente naquela linda ilha para me abastecer de comida e água, até que encontrei uma linda nascente, onde peixes saltavam. Próximo do lago, encontrei várias árvores frutíferas e pensei, se o macaquinho come, eu também posso comer.




Dentro do bote tinha vários sinalizadores, mas estavam molhados e não funcionavam, então coloquei-os no sol para secar e quando a noite caiu, utilizei as pólvoras para tentar acender a fogueira, utilizei neste dia, algumas pedras que com atrito, consegui que fizessem sair faísca que pegou fogo às pólvoras que coloquei junto aos troncos. Que felicidade, naquela noite eu não passaria mais frio. Me aconcheguei meio às folhas e adormeci.




No amanhecer do dia seguinte, já não aguentando mais ficar longe da minha família, comecei a idealizar uma maneira de sinalizar a qualquer navio ou barco que passasse. Fiz então uma biruta com um lenço que tinha e coloquei no lugar mais alto daquela ilha, passei a acender minha fogueira durante o dia e para que a fumaça aumentasse, deixava próximo da fogueira folhas secas.




Neste dia me frustei, pois nenhum barco ou navio passaram, mas....no dia seguinte, logo de manhã, avistei um barco e imediatamente coloquei as folhas secas e a lona de cima do bote na fogueira, e a fumaça preta começou a se intensificar, quase morri intoxicada, mas valeu a pena, pois a tripulação do barco me avistou e fui resgatada daquele lugar.




Apesar de linda a ilha, não pude apreciar, pois a exautão da sobrevivência e a saudade da minha família, era o que me dava força a cada dia à espera do tão desejado resgate.

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Participação nº 6 - Luna Bijoux


Assim que me dei conta de que não sairia da ilha em menos de 15 dias tratei de procurar alimento, em seguida veria como iria me abrigar.

Fui mais para o interior da ilha e vi que havia peixes numa lagoa que se formava lá.
Aproveitando um pedaço de concha bem grossa e que encontrei na praia e que tinha uma ponta bem afiada fiz uma espécie de lança para pegar peixes.
Quebrei um galho de árvore e usando algumas tiras das folhas de palmeira amarrei a concha na ponta do galho, depois acertei alguns peixes com ela.
Com outro pedaço de concha partida limpei os peixes.

Aproveitando uma depressão que havia numa rocha lá na praia e que formava uma pequena bacia, peguei a água salgada do mar numa concha, coloquei na “bacia” e coloquei os peixes dentro para salga-los.
Precisava agora fazer algo para cozinhá-los ou assá-los.

Aproveitando que era dia e que o sol estava a pino, catei galhos e folhas secas que estavam espalhados pelo chão, fiz um buraco na areia e os arrumei ali.
Separei algumas folhas de palmeiras e algas bem secas, peguei meus óculos de lentes grossas segurando-o próximo as folhas e algas e deixei que passassem os raios do sol aumentando assim sua potência de maneira a queimar as folhas e logo consegui fazer com se incendiassem.

Coloquei esse maço incendiado embaixo dos galhos que tinha arranjado naquele buraco e tinha assim a minha fogueira.
Juntei muitos galhos e folhas e já deixei próximo da fogueira de maneira que ela não apagasse durante a noite.

Lavei bem umas conchas grandes que havia por lá e delas fiz algumas canecas, deixei que secassem ao sol.
Com o auxílio de conchas partidas cortei alguns cactos que haviam no interior da ilha e deixei correr sua água nas canecas improvisadas.

Subi nuns coqueiros que havia e peguei muitos cocos verdes, com a ajuda da lança de pesca consegui furá-los tendo assim água de coco.

Dos cocos secos que havia pelo chão tirei as fibras da casca, trancei-as de 5 em 5 tendo assim pequenos pedaços de corda muito resistentes que usaria para amarrar nas árvores a rede que fiz trançando folhas de palmeiras.

Escolhi 4 árvores que eram próximas umas das outras e amarrei a uma pequena altura do chão as 4 pontas da minha rede com as cordas que fiz com as fibras da casca de cocos.
Ali podia dormir sossegada e descansar durante o dia.

Mais tarde naquele mesmo dia peguei um galho de árvore e fiz uma pequena forquilha na ponta, peguei um dos peixes que tinha deixado marinar na água salgada, espetei-o na ponta do galho e coloquei para assar na fogueira.

Mais cedo tinha lavado muito bem o pente, quebrei-o de maneira a aproveitar seu cabo e fazer um talher. Depois coloquei o peixe numa folha e o comi com o meu talher improvisado.
Jantei peixe assado e bebi água dos cactos que estava reservada numa concha conforme descrevi antes.

Consegui partir alguns cocos secos jogando-os contra uma pedra e com ajuda de um pedaço de concha consegui tirar a polpa dele, fiz assim com mas alguns e coloquei a polpa dos coco numa folha bem fechada de uma planta que havia perto da lagoa e deixei reservado para comer no outro dia.

Intercalava as refeições entre polpa de coco, peixe assado e água de coco e bebia sempre muita água que tirava dos cactos.
Mantinha a fogueira sempre acesa de maneira que à noite me servia de sinalizador para o barco patrulha.

Mas precisava ainda um sinalizador para alertar o barco patrulha durante o dia.
Então subi o mais alto que pude numa árvore à beira da praia e pendurei o espelho de maneira que refletisse sempre o sol fazendo assim as vezesde farol e chamando a atenção do barco patrulha.
Tirei a camisa que usava e que era branca e pendurei-a também numa árvore de maneira a chamar o máximo possível de atenção: se estivesse nublado e não houvesse o reflexo do espelho então a camisa branca a balançar chamaria a atenção.

E assim passaria os 15 dias: comendo peixe salgado na água do mar e assado na fogueira, tendo como café da manhã polpa de coco, bebendo água de coco e matando a sede com água tirada dos cactos, dormindo na rede que fiz trançando folhas de palmeiras e amarrando-a ás árvores com corda feita de fibra de coco, tomando banho na lagoa que havia no interior da ilha, recolhendo galhos , folhas e algas secas para manter a fogueira sempre acesa de maneira a poder assar peixe e sinalizar para o barco caso viessem a noite pois durante o dia poderiam ver minha sinalização através do espelho e da camisa que pendurei no alto da árvore."

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Participação nº 7 -Henrique (filho de sissifig)

Perdidos na Ilha
- Olha, olha ali… que ilha tão bonita!!
- Pois é! Lindíssima!
- Será que que está habitada? Não parece, pois não?
- Truuuuuuuummmmmmmmmm!!! Splash!!

Duas horas depois:

- Eduardo, Eduardo!! Acorda! Estás a ouvir-me? Eduardo!

Eduardo
não acordava e Martim começava a desesperar. Acordara todo molhado, com
frio, pois o sol já não se via… Sem saber onde estava, ficou aflito,
pois o seu barco estava quase submerso. De repente, ouve um barulho:
- Onde é que eu estou?
- Eduardo, estás bem? Finalmente acordaste! Já viste o que nos aconteceu?

Era oficial, Martim e Eduardo estavam perdidos na ilha. Não sabiam onde
estavam. Procuraram ajuda, mas rapidamente
se deram conta que estavam completamente sozinhos. A noite caía, não se
podia dizer que estava frio, mas a brisa marítima em seus corpos com as
roupas molhadas, deixavam – nos muito desconfortáveis. Não tinham outra
roupa, o telemóvel não funcionava, não tinham onde pernoitar…Resolvem
rapidamente procurar forma de se aquecerem. Procuraram e encontraram
algumas conchas. Então com elas tentaram fazer fogo. Foram procurar paus
de madeira nas palmeiras mais próximas. Trouxeram também bastantes
folhas secas. Não foi fácil, mas com paciência e persistência
filnalmente o fogo surgiu.
Feita a fogueira, tinham de descobrir o que comer, mas como já estava de noite e estavam cansadíssimos, decidiram deitar-se.

Acordar lá, não era difícil o calor era tanto que não os deixava dormir:
- Martim, agora temos de nos preocupar em arranjar um abrigo, não achas?
- Sim, claro que sim.
E lá foram eles procuraram, procuraram, procuraram, mas não encontraram nada:
- Tenho fome vou comer um côco deste coqueiro. Queres um?
- Sim, pode ser.
- Craaaaaaaaaaaaaaaaaggggghhhhh!
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!! Bolas, fogeeeeeeee!!!!!! Ahhhhhhhhh!!! Ahhhhhhhh!!!!!!!!!!!! Ahhhhhhhhhhh!!!

Uma hora depois:

- Ahhhhhhhhhh!!!!!!!!!
- Martim, acho que já a despistamos não grites mais… Era só…Uma arara…E…Uma avestruz…Uauuu! Já viste?
- Que gruta mais linda…


Já tinham passado 13 dias, quando ouviram um barulho. Era um barco
patrulha…e era a única forma de eles saírem dali, naquele barco. Era
urgente fazer algo para sinalizar a sua presença, para que os
tripulantes os vissem. Para fazerem sinal utilizaram:
- um espelho para fazer fogo
- um pente onde pegaram fogo
- um lenço de tecido que juntaram ao pente
- e depois juntaram ramos folhas areia e até um ninho de araras que os seus amigos Pico e Tico lhes tinham trazido.
Como estava muita coisa a abafar a fogueira, começou tudo a fumegar.

2 anos depois:


Barco de Eduardo e Martim

- Estou ansioso por voltar a ver a Ilha que nos acolheu e tu?
-
Também eu. Das refeições que fazíamos ( peixe assado na fogueira, coco
assado, ovos estrelados na fogueira, etc…), e também tenho saudades do
Teco e do Peco.
- Pois o Tico e o Pico também devem ter saudades, depois de tantos anos a viver lá e 2 anos sem os ver custa muito.
- Podes crer, amigo, podes crer.




Ilha tropical onde Eduardo e Martim se perderam




Tico e Pico- amigos de Eduardo e Martim


Teco e Peco- amigos de Eduardo e Martim



Eduardo e Martim


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Participação nº 8 - Soraia Machado




A - descrever uma refeição com o que foi encontrado, incluindo recipientes utilizados, receita da confecção da refeição e meios de energia utilizados para a cozinhar.

Materia
l: Conchas; Algas; Água do Mar; Cactos; Peixe; Estilhaços; Paus; Rochas; Coco Com alguns conhecimentos sobre plantas, com alguma imaginação, ou tentativa dela, para conseguir fazer alguns artesanatos com o que existia nesta ilha, esta foi a forma que encontrei para me alimentar, a mim e aos outros, até á chegada da nossa “esperança”. Com as Conchas, fiz pratos, sendo que retirei do Cacto a sua seiva amarga, que não é boa para comer, mas serve como “cola” para conseguir fazer os pratos para as nossas refeições. Como a retirei? Com uma pedra pontiaguda que encontrei no meio da ilha, enquanto procurava as conchas. Também esta planta tão espinhosa, tem alguns segredos, tal como a sua Água, capaz de realizar a Fotossíntese, esta consegue armazenar água, aquela que também eu extrai, para dentro de uma folha de palmeira! Como as plantas estão sempre a surpreender-nos também este Cacto nos oferece Bagas, devem ser colhidas de manhã, quando o seu sabor está mais apurado. Depois de feitos os pratos, depois de encontrar algum material e ingredientes necessários, fui ao Mar, colectar algas, de preferência as mais pequenas, pois as maiores são mais duras e difíceis de cozinhar. Como cozinheira, não sou grande “pistolo” mas adoro pescar. Pois claro, num Mar tão enorme, algum peixe teria que existir, faltava era saber como o pescar? Com as rochas maiores que fui encontrando pela praia, e com um ramo que com o vento e as tempestades, tinham caído sobre terra, coloquei uma pedra de cada lado da parte inferior do pau, colando-as com seiva do cacto, isto porquê? Devido ás minhas mãos escorregadias e pequenas, seria mais fácil para mim, agarrar nas pedras, do que no pau. Para afiar a ponta do mesmo, parti o espelho que “sobreviveu” e com um dos estilhaços afiei a ponta. Depois de muitas horas no Mar, feita “Urso”, consegui apanhar 2 peixes, pequenos. Ups, faltou a parte dos talheres! Pois é, comer com as mãos não é mau, mas para conseguir cortar as algas, estava complicado …. Com o pente fizemos pequenos palitos, sendo que iriam servir para tirar aos poucos o peixe, e as bagas. Para cortar as algas, usamos os estilhaços de espelho, cobertos com o lenço que ainda tínhamos, para não magoar as mãos.

Assim ficou a receita e a confecção da mesma.

Ingredientes: Algas; Bagas de Cacto; Sumo de Côco; Peixe;

Confeção:
Com dois paus espetados na Areia, com um outro na vertical sobre os outros dois, colocou-se o peixe. A parte mais complicado, fazer FOGO! Com alguns paus deitados por baixo do peixe, unimos as rochas e fizemos pequenas faíscas, depois de algumas horas, conseguimos criar fogo, o peixe podia ser cozinhado! Depois disso, cozinhei também as algas, pouco, para sair o sabor a água do mar, mas para não as queimar. Com o Sumo de Côco, fizemos a nossa bebida, bem doce por sinal. Para o abrir utilizei o mesmo método, com os estilhaços do espelho. Quem ainda era um apreciador desta iguaria, retirou partes do côco para comer como sobremesa. Com as Bagas do Cacto, juntaram-se com as Algas e construímos uma salada.

B – Explicar como tentaria abrigar-se durante a noite

De barriga cheia, a próxima tarefa seria arranjar maneira de nos abrigarmos, tanto do clima, como dos animais. Com imensa vegetação espalhada pelo chão fui coletando, as mais importantes, as folhas de palmeira, por ser resistentes e grandes. Ao explorar a ilha, encontrei uma Lagoa enorme, onde me fez sentir bem, como se estivesse num paraíso no meio daquela “Catástrofe”. Lá consegui encontrar umas Flores aromáticas, e uns grandes pedaços de madeira que iriam servir para construir a cabana. Mãos á obra, colocada a madeira chegou a hora de atar a esta, os pedaços de folhas. Com folhas menores, fiz nó de escuteiro, coisas da vida, e consegui formar uma bela cabana para passar a noite. Como sou um pouco metódica, coloquei ainda as flores aromáticas dentro da cabana… Para fazer de colchão uni com a seiva de cato algumas folhas de palmeira, coloquei sobre elas areia. Apesar de nos trazer um pouco de desconforto, durante o dia esta apanha Sol e fica quente, sendo que seria um bom Cobertor. A cabana foi construído debaixo das árvores para amparar um pouco o clima. Contra os animais não havia muito a fazer, com uma grande rocha fizemos uma “porta”. Para o caso de animais maiores tentarem entrar.

C – explicar como sinalizaria a sua presença à passagem do barco.

A parte mais complicada seria esta sem dúvida, “que a imaginação não me falte” – pensava eu. Depois de mais uma caminhada sobre a ilha nada de novo encontrei que me pudesse ajudar. Sei lá, faria um “HELP” com os paus? Faria um espantalho de madeira e folhas e ao passar do Barco colocava-o a arder? Mandava um foguete sinalizador? (Ahhh, não tínhamos). Decidi então passear novamente pela Lagoa, onde ainda haviam muitos mistérios por desvendar. Encontrei ramos muito característicos, com cores muito garridas, até consegui encontrar alguns vermelhos, ou pelo menos pareciam, trouxe tudo que podia, fazendo umas 3 ou 4 viagens. Com a técnica de subir ás árvores que desde pequena possuo, subi a uma palmeira mais próxima do Mar. Com pequenas folhas até os troncos coloridos aos ramos fortes da palmeira… parecia um chorão colorido. Ao olhar para aquilo apenas pensei que seria uma decoração fascinante para um jardim, mas que não nos iria ajudar em nada para que nos vissem …. Durante mais umas horas procurei tudo, o que poderia ajudar a tornar aquela “árvore” chamativa … Começou a escurecer, como não tinha lanterna, peguei no telemóvel que nos restou, ainda com bateria, para usar como lanterna. Voltei á Lagoa. Qual não foi o meu espanto ao encontrar a ÁRVORE-LENÇO.






Uma árvore fascinante em que a sua folhagem parece pequenos lenços caídos. Isto deu-me uma ideia, uni as folhas com seiva de Cacto, de forma a criar um lenço razoavelmente grande, antes de o prender nos troncos pendentes que já tinha “construído” na palmeira, com um pouco de areia da praia e seiva de cato, misturei tudo numa “Concha-Prato”, e mexi com um pedaço de madeira. Como a areia ficou colante, escrevi na tela de folhas, “SOCORRO”, coloquei no local, e com sorte o navio iria avistar o pedido de socorro.

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Participação nº 9
- Gabi



A muito custo abri os olhos, havia um sol intenso que me queimava e meio tonta lá me pus de pé…onde estava? Como fui parar ali?
Tudo que via era areia coberta de conchas lindas, feias, compridas, redondas e muitas quebradas talvez pela força da maré, mar e arvores. Ao fim de algum tempo de exploração do local onde estava, verifiquei que sem saber como, fui parar a uma ilha deserta. Constatei também que era uma ilha tropical a olhar pelo tipo de vegetação.
Tive a impressão de ver um barco patrulha lá muito ao longe. Ai, ai, como é que eu ia sair dali.
Comecei a caminhar para dentro do denso arvoredo, afinal tinha muitas árvores de frutos, bananas, cocos, mangas, papaias, etc. Lá bem dentro da ilha onde já não se avistava a areia e mar existia um lago lindíssimo com muitas plantas marinhas e lindos peixes que pareciam olhar para mim e dar-me as boas vindas, estava rodeado por árvores da cor do arco-íris, olhei melhor e o que dava essa tonalidade às árvores eram a lindas araras coloridas em seu galhos, tantas, tantas…Era de facto um local mágico, dei-lhe para mim o nome de lago encantado.
Continuei a caminhei e fui ter a um local de magico não tinha nada, era árido cheio de vegetação seca e pedras e pedregulhos de vários tamanhos, havia também muitas avestruzes e catos bem carnudos, o que significava que á sede não morria.
Afinal tinha de por a imaginação a trabalhar para não dar em maluca até arranjar maneira de o tal barco patrulha que tinha passado me visse quando fizesse o cominho de regresso, ouvia sempre dizer que normalmente esses barcos passavam de 15 em 15 dias por ilhas isoladas para ver se não haveria náufragos para salvar. Era agora o meu caso.
A memória traia-me e continuava sem me lembrar absolutamente de nada…
Tinha de me alimentar, primeiro pensei no que iria comer tinha muita fruta, peguei num pau bem grande e no espelho que tinha no bolso junto com outros objetos, parti um pouco o espelho de maneira a ficar com uma ponta cortante e escavaquei o pau até formar um alguidar, coloquei lá diversas frutas aos bocados e reguei com leite de coco, havia ovos de avestruz por todo o lado por isso peguei num, juntei alguma vegetação seca e pauzinhos e com muita paciência e muita persistência consegui fazer lume batendo freneticamente com uma pedra na outra. Pequei noutra pedra esburacada que mais parecia um caldeirão, e com uma enorme folha que dobrei ligeiramente acartei água para dentro do meu “caldeirão” coloquei-o em cima do lume que entretanto já formara brasas suficientes para assar um perú, pus lá dentro o ovo de avestruz a cozer junto com alguma algas.
E estava feito o meu jantar, ovo de avestruz cozido com algas e salada de fruta a acompanhar.
Comer eu teria para sobreviver, havia também peixes do mar, pois os do “meu” lago encantado estava fora de questão, e muitas outras coisas que com certeza iria encontrar.
Junto ao lago encantado havia uma árvore muito côncava que mais parecia uma casinha sem paredes, dava perfeitamente para pernoitar, mas mesmo assim resolvi ir buscar folhas de palmeira secas e com o apoio dos galhos e folhas da própria árvore fiz um “muro” em volta deixando só uma pequena “porta” para eu entrar e sair.
Na manhã seguinte pensei qual seria a melhor forma de fazer sinal para que ser vista pelo barco patrulha, depois de várias tentativas de planos sem resultado, pensei que talvez um incendio chamaria atenção, mas não podia por em risco a ilha e os seus animais, então comecei a fazer um grande, mesmo enorme circulo de pedras, uma espécie de muro, coloquei dentro do circulo tudo que era vegetação seca, folhas, paus e tudo que encontrei e dava para arder.
Já se tinha passado dez dias e nessa altura já era perita em fazer lume, ora com pedras, ora friccionando paus e até com o meu espelho refletindo os raios do sol sobre um ponto combustível, por isso foi só estar atenta e espera pelo “meu” barco patrulha. E dai a dois dias lá estava ele, deixei que se aproxima-se mais um pouco e incendiei o enorme monte de vegetação seca dentro do círculo de pedra, a labareda e o fumo era de tal maneira grande que rapidamente avistaram e vieram ver o que se passava, e lá fui eu contente por ser “achada” para casa.
Tirando medo de nunca ser salva, até gostei daquela ilha, quando me despedi dos meus amigos do lago encantado deu-me a sensação de ver lagrimas…Pois imaginação é o que não me falta.


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Última edição por Admin em Seg 6 Maio 2013 - 5:32, editado 1 vez(es)

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2 Continuação das participações em Seg 29 Abr 2013 - 2:31

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Participação nº 10 - Prinquetinha


Era cedo, estava em Pedra de Guaratiba e meu tio tinha me
chamado pra pescar junto com meus irmãos, já que o mar estava próprio pra isso.
Meus irmãos estavam com sono, pois haviam ficado acordados até tarde na noite
anterior e não quiseram vir. Entramos no barco apenas nós dois, eu e tio
Válter.


O mar estava calmo, como o de costume. Pescamos e
conversamos bastante, até que decidimos voltar. Estávamos bem afastados da
praia de onde viemos, e tio Válter não tinha prestado atenção em um detalhe: o
barco estava ficando sem gasolina e o bote de emergência estava furado. Como se já não bastasse nosso desespero, o
mar estava começando a ficar agitado. Sem ter como sinalizar a ninguém o que
estava acontecendo, sem poder pedir ajuda aos barqueiros mais próximos à praia,
fomos levados cada vez mais pra longe, até que não pudemos mais ver a praia.


A tempestade formada estava cada vez mais forte, até que
chegou a um ponto em que mal conseguíamos nos segurar. Ficamos horas lutando por nossas vidas, onda
após onda, cada vez maiores, cada vez mais fortes, mas chegamos ao nosso
limite. Sem ter mais de onde tirar forças, meu tio me prendeu ao barco, e
quando tinha terminado de fazê-lo, uma onda colossal o empurrou para fora e o
jogou no mar, me deixando sozinha à deriva, com apenas com um lenço - presente do meu pai - e um
pente de ferro, que usei pra cortar a corda fina que meu tio tinha usado para
me prender ao barco. No instante em que me soltei, o barco atingiu uma enorme
rocha pontiaguda, que me obrigou a me jogar no mar aberto.


Desnorteada, com
fome, sede e frio, não consegui fazer nada além de me agarrar a um pedaço de
madeira que antes era o casco do barco, e então desmaiei.


Minha cabeça latejava. Devagar me levantei e tentei analisar
o que havia ao meu redor. Estava numa praia. Tentei procurar alguém pra pedir
ajuda, mas não consegui encontrar ninguém. Estava completamente sozinha, e
tinha que sobreviver. Pelo tio Válter, eu TINHA que voltar pra casa.


Não tinha percebido até então, mas puxando meus cabelos,
tinha um mico aparentemente tentando me chamar atenção pra alguma coisa. Ele
pareceu perceber que eu estava tentando entender o que ele queria, então saiu
correndo até o que parecia ser um pequeno caminho feito em meio às árvores e
desapareceu. Como era a única coisa com o que eu tinha como o que parecia ser
ajuda no momento, fui atrás do macaquinho.


Adentrando um pouco mais ao que eu já havia percebido que
era uma ilha deserta, me deparei com uma pequena lagoa, cercada de pequenas
plantas exóticas e o que eu consegui reconhecer como palmeiras e
coqueiros. Em cima de um dos coqueiros
vi meu pequeno amigo mico morder o que prendia um dos côcos ao coqueiro,
derrubando a fruta no chão. Entendi que ele iria me ajudar bastante com o que
eu precisasse.


Mas eu tinha um problema: como eu faria pra abrir o côco?
Estava realmente sedenta, e a fome não ajudava quando eu tentava pensar em
algo. Olhei de volta para a praia, o sol estava em seu ponto mais alto. Havia
passado de meio-dia. Abaixei os olhos e vi algo verde jogado na areia. Como não
tinha nada comigo, achei que poderia ser algo que servisse para me ajudar. Fui
até a praia e quando cheguei mais perto vi que era um pedaço de garrafa de
vidro. Sim, com certeza isso iria me ajudar.


Com o pedaço de vidro em mãos, fui até o lago novamente e
enfiei a parte pontiaguda do vidro em uma parte mole do coco. Estava realmente
com muita sede, e quando consegui abrir um furo, imediatamente bebi toda a água
que tinha dentro.


Tinha matado minha sede por hora, mas não sabia se iria
conseguir pegar mais da fruta por mim mesma se o mico fosse embora, e também
tinha fome, muita fome. Fui até a beira
do lago e vi que tinha peixes que eu conhecia, através da experiência que eu
tinha tido com tio Válter. Não tinha vara e anzol, tinha que pensar. Vi um
galho seco e comprido um pouco mais longe da margem do lago, e com o pedaço de
vidro que tinha em mãos, talhei a madeira de forma a ficar pontiaguda
semelhante a uma lança. Usei-a para pegar alguns peixes e os coloquei sobre
algumas folhas, e então me lembrei que tinha que fazer fogo. A ilha tinha
muitas pedras e galhos secos, uma fogueira ali era o mais óbvio a se fazer.


Juntei alguns galhos e pus pedras ao redor, peguei duas
pedras ásperas e secas pra fazer faísca e acender a fogueira. Espetei os peixes
num galho qualquer e os apoiei em uma das pedras, deixando-o cozer por alguns
minutos. Deixei tudo lá e fui ver o que mais podia fazer. Andei um pouco e
encontrei uma pequena caverna. Poderia dormir lá por alguns dias até sair dali.
Imediatamente transferi a fogueira para lá. Comi os peixes e dormi.


Nos dias seguintes, encontrei algumas árvores com frutas que
eu conhecia. As reuni na caverna e as mantive como suprimentos, pois não sabia
quanto tempo ia ficar lá. Vi que a água do lago era própria pra beber. Tinha
água, comida e abrigo, mas e agora?


Não sabia se estava perto ou longe da praia de onde eu vim,
mas se estava, havia um posto militar ali perto, eu contava com isso. Se o
navio militar passasse por lá, eu teria que avisar que estava ali de alguma
forma, mas como?


Meu amigo mico apareceu novamente e, parecendo me entender,
apontou para a fogueira. Mas é claro! Fogo!


Peguei o máximo de galhos e pequenos troncos que encontrei e
acendi uma fogueira imensa perto da beira da praia, tomando o cuidado de pô-la
afastada do limite da maré. Algumas
horas depois, quando eu estava brincando com o macaco, que eu já tinha
apelidado de Dan, porque lembrava minha prima Dany, eu ouvi alguns barulhos
estranhos vindos da praia. Corri até lá e vi o navio militar vindo na direção
da praia onde estava. Eles tinham visto a fogueira! Eu estava salva!


Eles me levaram para dentro, e fiz questão de levar comigo o
pequeno Dan. Quando cheguei à terra firme de novo, soube que estava mais perto
do que pensava da restinga de Marambaia – a praia onde eu embarquei para pescar
com meu tio- , e ele estava vivo!!! Ele tinha sido encontrado por um guarda
costeiro que passava por lá para chegar a uma das ilhas próximas da de onde eu
estava. Eles vasculharam todas as ilhas à minha procura, e depois de alguns
dias, me encontraram.

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Participação nº 11 - Elzavillanova



Finalmente estava de volta a civilização.

Foram 15 dias sozinha numa ilha deserta, sem qualquer
contato humano.

Assim que cheguei à ilha só pensei em agradecer a Deus por
ter sobrevivido ao naufrágio e ter a oportunidade de aprender e crescer com
mais uma adversidade.

Se a vida te oferece
um limão, faça com ele uma limonada.

Retirei a roupa molhada e pus a secar no sol , juntamente com
meus poucos pertences. Recolhi algumas folhas de palmeira e peguei um pouco de
agua do mar, coloquei sobre um pequeno
platô que fiz com areia, deixei ao sol, assim quando a agua evaporasse teria
cristais de sal para usar. E assim fiz durante os dias em que estava na ilha.

Tão logo recobrei as forças comecei a explorar a ilha,
necessitava encontrar um abrigo.

Fui recolhendo galhos, gravetos, folhas secas, conchas
inteiras e partidas, havia algumas enormes com quase 18 cm de diâmetro. As
partidas dariam um bom instrumento de corte.

Encontrei varias pedras e rochas de tamanhos variados e que também recolhi.

Juntei as pedras menores e joguei a pedra de maior volume
que pude carregar sobre elas para quebra-las, consegui umas duas com lados bem
afilados, que guardei.

Subi ate a parte mais alta da ilha onde encontrei , à beira de um penhasco, um frondoso coqueiro ,
muito alto, porém inclinado a 35°, de tal maneira , que grande parte de seu
tronco ficava debruçado sobre o mar.

Do alto da ilha pude ver uma lagoa em seu interior, um grupo
de avestruzes e lindas araras de penas multicoloridas, que faziam ninho em
palmeiras próximas a lagoa.

Desci até a lagoa, o sol estava a pino, pela minha sombra no
chão, deveriam ser 12:00 p.m.

Entrei na agua para me refrescar e tirar o sal da minha pele
e dos cabelos. Notei que havia uma parte bem rasa da lagoa próxima a margem,
com pouco mais de 40 cm de profundidade, e justamente aí ficavam cardumes de peixes
que comiam pequenos frutos que caiam das copas das arvores, recolhi diversas
pedras e rochas e “represei” esta parte da lagoa.

Continuei procurando um lugar para me abrigar, achei uma
gruta que oferecia um bom refugio, não havia sinal de animais peçonhentos como
cobras ou escorpiões. Recolhi varias folhas de palmeira e retirei todas as
lagartas que haviam para evitar queimaduras, com estas folhas me cobriria
quando viesse o frio da noite.

Com folhas de coqueiro varri o chão da gruta, fiz um pequeno
circulo pedras e coloquei varias folhas secas e gravetos e vegetação ressequida
no seu interior. Encontrei 2 galhos secos com 1cm de diâmetro e em um fiz um
pequeno nicho com a pedra afiada, de maneira que a ponta do outro galho coubesse
nesse orifício. Apoiei o galho sobre o circulo de pedras e o prendi sob os meus
pés. Segurando o outro galho entre as mãos iniciei o movimento de fricção e após
alguns minutos obtive fogo.







Fiz 2 forquilhas com galhos e pus um de cada lado de minha
pequena fogueira estava pronto meu
braseiro improvisado.

Tratei de afiar a
ponta de um galho de 1,3 m aproximadamente utilizando uma pedra e
cautelosamente me aproximei do cardume.

Pelejei por uma hora ou mais até que finalmente consegui
pegar um peixe. Retirei as escamas com o auxilio de uma concha partida e com a
mesmas rasguei a pele do peixe para retirar as entranhas e a espinha. Lavei bem
na agua e deixei sobre uma folha de palmeira. Transfixei o peixe num galho e o
pus sobre o braseiro, no dia seguinte já teria sal para temperá-lo, mas nesse
dia foi sem nada.

Voltei a praia para
buscar meus pertences.

O celular/ telemovel de nada me servia mesmo que não tivesse
entrado em curto devido a agua do mar, não haveria sinal na ilha.

Os óculos não pude tirar, afinal sou míope.

O espelho seria de grande valia, quebrei em vários pedaços
pequenos, guardei dentro do lenço de pano.

Com o pente de madeira fui desfiando as folhas de coqueiro
semi-secas para formar fitas que servissem para amarrar o que precisasse.

Fui recolhendo as penas de araras que encontrei próximo aos
ninhos e alguns cipós que pendiam das arvores.

Levei tudo para a gruta antes que escurecesse.

No dia seguinte cavei um buraco bem fundo, com o auxilio de
uma grande concha, na trilha em que corriam as avestruzes, levei quase o dia todo,
no fim cobri com folhas de coqueiro e palmeira.

Rezei para que a ave caísse no buraco e morresse de pronto
para que não tivesse que jogar uma grande pedra sobre ela para matá-la.

Passaram-se uns dois
dias para que a avestruz caísse na minha armadilha e por sorte já a encontrei
morta, retirei a pele e fiz vários filés
da carne com o auxilio da pedra afilada, da concha partida e de um pedaço do
espelho. Guardei as penas. Preparei um cozido dentro da minha maior concha
inteira sobre a fogueira que mantive acessa todo o tempo com gravetos folhas e
demais vegetações ressequidas que pude encontrar.

Encontrei um pouco de coentro, uma figueira com 3 figos e um
abacaxi no meio do mato. Também encontrei peras de diversos tipos de cactos bem
carnudos, um pé de castanha do Pará e um limoeiro.

Havia coco em abundancia e dele eu extraia a agua colocando
uma pedra pequena sobre uma grande rocha e forçando o coco contra ela de um só
golpe de maneira a perfura-lo.



Depois, com o auxilio
de uma grande pedra partia a casca do
coco ao meio, aproveitando também a carne do coco. Fiz uma variação do meu
peixe com leite de coco utilizando o que tinha, bem como da minha receita de
salada de cactos do livro da Betty Crocker, e minha receita de filé de avestruz. Utilizei
cochas tanto como panela quanto prato e copo, só variavam de tamanho.


PEIXE no
leite de coco

(claro que esta receita, tal como outras, estão aqui tal como eu me lembrava de as ter aprendido. Na Ilha tive de adaptá-las e fazer uma variação, já que não tinha todos os elementos e muito menos aparelhos como um lliquidificador...)


1,2 kg de cação em postas
1 unidade(s) de coco seco(s)
15 gr de colorau (dispensável)
2 unidade(s) de tomate
picado(s)
1 unidade(s) de cebola picada(s)
quanto baste de coentro
quanto baste de sal
quanto baste de
pimenta-do-reino branca
1/2 kg de batata


Lave e tempere o peixe com sal e vinagre, a gosto. Deixe marinar por 1
hora.
Quebre, e pique o côco. Bata no liquidificador com 1 copo de água. Passe o côco
batido pela peneira fina e reserve o leite de côco na panela em que será
preparado o peixe.
Leve esta panela ao fogo, acrescente um pouco de colorau até adquirir um tom
avermelhado. Misture bem. Coloque tomate, cebola e coentro picadinhos e esprema
o caldo de 1 limão. Mexa muito bem para não encaroçar nem talhar. Espere
levantar fervura e acrescente as postas de peixe e algumas rodelas grossas de
batata. Não mexa.
Use a colher de pau apenas para afastar as postas, de vez em quando. Mantenha,
uma colher de pau na panela, enquanto o peixe cozinha. Quando as rodelas de
batata estiverem macias, o peixe também estará cozido.


Peixe no Leite de Castanha do Pará

Este peixe é uma receita dos
ribeirinhos do Amazonas. Vale a pena conferir, maravilhosa, delicada, simples e
muito saborosa.


1 kg de filé de congrio ou
pintado ou cação cortado em postas

4 tomates sem pele,
fatiados

1/2 pimentão amarelo sem pele,
cortado em tiras

1/2 pimentão vermelho sem pele,
também em tiras

14 Castanhas do Pará frescas

2 cebolas médias em rodelas

2 ramos de manjericão

1 dente de alho picado

1 folha de louro

Sal

Salsinha

Cebolinha

Curcuma

Açafrão

Pimenta do reino moída

Sementes de coentro moídas ou
algumas folhinhas da erva fresca (eu prefiro as sementes)


Comece pelas castanhas para fazer
o leite: retire as castanhas da casca e deixe de molho num copo d'água por duas
horas. Bata as castanhas no liquidificador e coe com um pano, separando o leite
da massa. O leite será usado para o molho e a massa para farofa.

Tempere o peixe com sal e pimenta
do reino. Fatie as cebolas, o tomate e o pimentão e monte o peixe numa panela
de moqueca ou outra qualquer. Dê preferência para panela de argila, mas se não
tiver qualquer outra serve. A montagem é muito simples. Comece esparramando um
pouco de azeite de oliva no fundo da panela, espalhe parte da cebola e o alho,
depois algumas postas de peixe, o tomate e o pimentão. Rasgue o cheiro verde
com a mão e esparrame por cima. Faça outra camada seguindo a mesma sistemática.
Por fim espalhe a pimenta e o coentro moído. Regue com azeite de oliva e
despeje o leite de castanha. Ponha para cozinhar. Enquanto cozinha acrescente a
curcuma e o açafrão.

Este peixe é de uma simplicidade
medonha. Para quebrar as castanhas segure-as em pé sobre uma tábua e bata com
um martelo. Elas se partem facilmente. Não têm segredo.
Acompanhamos com arroz branco e farofa de castanha.


Receita da farofa:


Pegue a massa da castanha e ponha
numa frigideira, leve ao fogo e mexa para que ela seque. Junte um pouco de
manteiga, farinha de mandioca e sal. De uma torrada, sem deixar cru nem
escurecer. Sirva para acompanhar este peixe.


Salada de cactus ( Betty Crocker)


http://www.bettycrocker.com/recipes/cactus-zucchini-and-red-pepper-salad/f0388522-9d44-4f4c-b8e2-2e97111417eb



Ingredientes


1/2 xic de azeite

1/4 xic
de vinagre de vinho branco

1 col de
sopa de coentro fresco picado

1/2
colher de cha de sal

1 dente
de alho finamente picado

1/8 col
de cha de pimenta do reino moída

8 xic de água

1 col de
sopa de sal

1/2 kg de
folha (palma) da figueira da índia ( figo da piteira) previamente descascado e
cortado em fatias de 0,5 cm de espessura

1
abobrinha pequena cortada em fatias finas

1 pimentão
vermelho cortado em tiras


1 - Para fazer o vinagrete,
em uma tigela pequena misture (com um fouet, wire whisk) : o azeite,
vinagre, coentro, ½ col cha sal, alho e a pimenta e deixe repousar.
2 - em uma panela coloque o
sal, um pouco de vinagre e a agua para ferver. Adicione o cactus. Aqueça a
ponto de fervura; reduza o fogo. Cozinhe destampado por 5 minutos; escorra.
Imediatamente enxague em agua fria ou coloque em uma tigela com agua
gelada. Escorra. Repita este processo 2 vezes.Repeat
rinsing and draining twice.
3 - Em uma tigela grande
misture o cactus, a abobrinha e o pimentão. Acrescente
o vinagrete; misture delicadamente.



Encontrei
um pé de cactus com pitaia


http://pt.wikipedia.org/wiki/Pitaia#Clima_e_solo


e um com
figo da índia para sobremesa.O figo-da-Índia é
recomendado para a cura de câncer e diversas enfermidades.


Voltei ao local mais alto da ilha, à beira do
penhasco onde se encontrava o enorme coqueiro inclinado a 35° que se debruçava
uns 3 metros sobre o mar. Levava comigo uma espécie de mobile de 2m x 2m (4 m²)
aproximadamente, que fiz com os cipós, nele fui amarrando com o auxilio da
“rafia”(que retirei com o pente das folhas de coqueiro e palmeira) as penas de arara colorida, as
penas de avestruz e os pedaços de espelho quebrado intercalando-os para que
ficasse mais vistoso.

Me prendi pela cintura ao tronco do coqueiro com um
cipó, e cautelosamente fui escorregando por seu tronco ate ficar sobre o mar.
Na ponta do coqueiro pendurei o mobile que parecia uma miríade de pequenos
pontos de luz refletindo o Astro-Rei nos diminutos pedaços de espelho, o
vermelho vivo das penas de arara contrastando com o verde da vegetação e o
acinzentado das rochas do penhasco. A brisa suave que soprava balançava o
mobile e sinalizava que alguém estava ali, podendo ser visto de longe por algum
barco que pela ilha passasse.

Passei mais uma semana aguardando o resgate,
observando a natureza, tão bela na sua rusticidade, intocada pela mão humana.


Guardei o celular como recordação, para jamais
esquecer que muito mais importante do que qualquer objeto que o homem possa
fabricar está a obra divina, a vida que pulsa em cada ser vivo, insubstituível,
inestimável.

Passei a valorizar e me dedicar muito mais aos
amigos e familiares, os meus verdadeiros tesouros, que descobri e reconheci enquanto naufraga numa ilha deserta.

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Participação nº 12 - Dininha


Há três anos, durante uma viajem para minhas pesquisas mitológicas, tive um “pequeno” contratempo.
Até hoje não sei como viver pra contar esta história, mas claro, isso só me faz ter certeza de que eu não sou “mulherzinha” Laughing
Foi uma coisa incrível! Tá boommm... eu conto pra vocês rsrs
O avião em que eu estava teve uma pane, tudo culpa do Vitor Martins que não fez a revisão antes de me alugar o “Teco-teco”.
Só me lembro de descer rapidamente alguns “pes” e acordar toda coberta de areia. Oh céus, estava naufragada!
Depois que me recuperei, coloquei meus pensamentos em ordem. Ainda sentada na areia, vi um navio que se afastava, foi desesperador pensar que estava ficando sozinha, mas nada podia ser feito. Ao menos tive a certeza que ali era uma rota marítima, sabe como é: enquanto houver vida, ainda há esperança!
Como ainda era antes do sol a pino, tratei logo de improvisar! Já sabia que tinha ali muita areia Laughing alguns galhos secos e sabia também que ali era o melhor lugar para ser vista por algum navio que passasse.
Resolvi antes de entrar na mata, fazer uma fogueira ali na areia depois poderia transportar o fogo se necessário, e ali tinha certeza que não incendiaria nada rsrs peguei algumas folhas e galhos secos, ajeitei de maneira a iniciar a fogueira, peguei algumas folhas de palmeira seca e tirei umas fibras bem fininhas e coloquei em cima da fogueira, peguei as lentes do meu óculos para captar o calor do sol e assim consegui acender as fibras. Gente, pensa eu uma pessoa que ficou toda “sísse” kkk
Tive medo, mas não tinha escolha, entrei na mata!logo vi vida, pássaros, roedores, árvores e uma lagoa. Ops! Achei um ótimo lugar para montar acampamento rsrsrs onde há água, há vida!
Sentei-me em uma pedra enorme e comecei a verificar meus pertences, nem acreditei quando vi um celular, mas a alegria durou pouco, não tinha sinal, lógico kkk
Já com fome, me enrrosquei como uma serpente em um coqueiro e consegui apanhar alguns côcos, usei umas pedras mais pontiagudas como faca para abrir os côcos e com umas conchas me servindo de colher, me fartei, porque não sabia quando seria minha próxima refeição.
Gente, apanhar cocos cansa muito rsrs então resolvi descansar um pouco, fui logo despertada por algumas araras que comiam umas frutinhas ali perto, não pensei duas vezes, peguei meu celular e zaz... acertei uma das araras. O celular se espatifou, mas a refeição tava garantida kkk Peguei um espelho que tinha comigo quebrei e consegui uma “faca” mais afiada que a pedra do côco, com ela abri a arara, peguei um lenço de bolso milhado da água do mar e coloquei para secar, assim consegui temperar a arara. Meninas, posso ser náufraga, mas não como sem sal, não mesmo kkk
Peguei algumas folhas verdes de palmeira e me disfarcei de mato, gente... sabia que avestruz é um bicho muito agressivo? Aff quase me pegaram kkk mas com meu disfarce de mato consegui chegar até um ninho e pegar alguns ovos que enterrei na areia bem pertinho da fogueira, assim teria ovos cozidos. Com os miúdos da arara fiz algumas iscas assim poderia pescar na lagos. Tá bom, vão me perguntar, _ pescar? E o anzol?
Pois bem, explico: sabe o celular que joguei na arara? Então, peguei umas peçinhas e consegui fazer uma espécie de anzol e com as fibras das folhas verdes do meus disfarce, consegui um ótimo equipamento de pesca. Coloquei então 2 “pindas” e deixei para ver depois.
Sou péssima construtora mas consegui fazer uma cabana onde passava as noites. Uma manhã ao checar as “pindas” que surpresa a minha, além de um peixe, tinha pego uma tartaruga, tratei logo de aproveitá-la kkk ainda pude usar seu casco para fazer uma ótima sopa de cacto com algas ao fogo brando.
Como me sentia sozinha, peguei algumas penas da arara e enfeitei um côco verde daí em diante o Wilson me fazia compahia kkk
E assim iam passando os dias até que finalmente avistei o navio novamente, como sou mulher chique, peguei meu pequeno pente, ajeitei meu cabelo e fiz um penteado com as penas que estavam com o Wilson, sou náufraga, mas ainda sou chique rsrs
No momento em que tive boa visão do navio, joguei a bateria do celular na fogueira que tinha feito na areia da praia, assim consegui uma explosão grande o suficiente para ser vista pelo capitão do navio.
Gente, fui resgatada e já em casa sã e salva deixo um recado ao Vítor Martins da compania aérea: Cara tu tá na minha lista negra! kkk

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Última edição por Admin em Seg 6 Maio 2013 - 5:38, editado 1 vez(es)


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Obrigada Soninha Querida
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3 Participação nº 1 completa em Seg 29 Abr 2013 - 12:48

Admin

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Amigos, não sei porquê quando junto a participação º1 às outras, o tópico não aceita algumas imagens, surge uma mensagem dizendo que está demasiado sobrecarregada e corta automaticamente algumas imagens. Assim, posto-a aqui sozinha e completa.
Por favor, para efeitos de votação, queiram considerar esta versão que é a completa.
Obrigada.


Aqui fica o nome da autora:

Participação número 1 - Analu79


Olá eu sou uma náufraga e vim aqui contar pra vocês algo muito inusitado que me aconteceu recentemente ;
Era
um dia lindo ,eu já havia terminado um evento lá no farmerama ,e
resolvi dar um passeio de barco pra relaxar ... O mar estava calmo e
podia -se ouvir o barulho das gaivotas a voarem pela praia .



Em algum momento acabei adormecendo deixando com que as águas do mar me levasse ...

Mas meu barquinho bateu nas pedras e afundou ... Sem saber ao menos onde estava ,fui parar numa praia deserta .




A
princípio não me preocupei pois sabia que logo logo chegaria alguém que
poderia me ajudar , não pensei em mais nada que não fosse curtir ...
O sol estava gostoso então resolvi pegar um bronze enquanto esperava ...

Mas
a medida que o tempo passava eu comecei a me preocupar , resolvi
sair da praia adentrar a mata pra ver se conseguia alguma ajuda , tudo
ali era tão belo !
Ouvi um forte barulho vindo de uma árvore e fui ver o que era , fiquei admirada com o que vi ;






Encontrei também muitas flores pelo caminho

Cada passo que eu dava pra dentro da mata era uma surpresa !
desse javali eu senti medo !
Mais e mais animais apareceram e nada de pessoas ...
A
noitinha chegou e eu resolvi voltar para a praia , pois a floresta
tinha muitos mosquitos , e eles estavam me devorando viva .
Eu estava desesperada , a fome já estava batendo também e eu não conseguia parar de pensar em um franguinho assado e o danado ficava saracutiando na minha frente eu até podia sentir o cheiro dele ...
Os sapos faziam a maior festança na beira da água e eu acabei pegando no sono ..
Logo que o dia amanheceu eu acordei e pude ver lá de longe um pequeno barco , então eu comecei a gritar e ascenar pra eles mas de nada adiantou , aí eu comecei a chorar desesperadamente !"Eu quero ir para casa !!!"
O
dia todo passei buscando um meio de poder me livrar dessa enrrascada
.Até que encontrei uma tábua na areia e tive a idéia de fazê-la de
prancha de surfe só que as ondas me jogaram pra praia novamente .... A fome estava acabando comigo então fui buscar algum alimento . daí avistei lá de longe o que parecia um ninho hum ...






O problema é que eu fui vista por ela que imediatamente veio correndo em minha direção



Calma! Calma! Eu gritava .





Voltei á praia já delirando pois a fome era tanta e o desgaste emocional e físico também ...
Ja
estava entardecendo e eu comecei ao ouvir barulho numa moitinha perto
de mim e já comecei a pensar que algum animal selvagem sairia dali e me
atacaria . Meu Deus eu já estava ficando louca pois eu havia visto um
dinossauro enorme e todo verde e eu travei uma luta imaginária com ele , acabei por vencê-lo e acabei fazendo dele meu bichinho de estimação ...

Comi algumas folhas de árvores e acabei adormecendo ...
O
dia nasceu e eu não vi mais o meu dinossauro , resolvi dar um mergulho
no mar ,pra derrepente sei-lá encontrar um submarino que me tirasse
dali quem sabe ...

Mas a única coisa que eu encontrei foi uma tartaruga marinha ,com quem acabei fazendo amizade Eu juro pessoal , ela conversava comigo !
Foi dela a idéia de pescar alguns peixes pro almoço





Ok
, peixe fisgado o jeito foi pensar em algo para cozinhar ele , foi aí
que eu lembrei do meu tempo de escoteira na adolescencia e tratei de
fazer um fogareiro com pedras e acendê-lo com palha e madeira .




Logo depois do almoço fui me deitar debaixo de uma palmeira quando avistei um helicóptero sobrevoando a ilha Eu gritava ascenava e nada .
Comecei a dançar polca
a dançar flamenco , dançar hula- hula .Estava desisperada , até chamei meu "amigo dinossauro" pra dançar comigo !.
Mas foi em vão , não me viram !Eu caí no choroooo , comecei a sentir dó de mim mesma .
, mas um dia se passou e eu ali "ilhada", eu o dinossauro e a tartaruga ...Amanheceu...
Eu ainda estava dormindo quando ouvi sinos .
Achei que estava sonhando de novo , mas era um barco !
Ele havia vindo me resgatar ...Fiquei tão feliz de ir embora ,mas não consegui me despedir da minha fiel amiga tartaruga , e eu a trouxe comigo
Hoje quando conto esta história pras pessoas ninguém acredita , mas me diga você acredita ???
Beijos
Tchauuu !!!


_________________
Obrigada Soninha Querida
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