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Para quem ainda acredita no amor eterno...

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1 Para quem ainda acredita no amor eterno... em Qui 13 Fev 2014 - 22:37

...ele é eterno enquanto dura




História de São Valentim


Existem várias teorias relativas à origem de São Valentim e à forma como este mártir romano se tornou o patrono dos apaixonados. Uma das histórias retrata o São Valentim como um simples mártir que, em meados do séc. III d.C., havia recusado abdicar da fé cristã que professava. Outra defende que, na mesma altura, o Imperador Romano Claudius II teria proibido os casamentos, para assim angariar mais soldados para as suas frentes de batalha. Um sacerdote da época, de nome Valentim, teria violado este decreto imperial e realizava casamentos em sigilo absoluto. Este segredo teria sido descoberto e Valentim teria sido preso, torturado e condenado à morte. Ambas as teorias apresentam factores em comum, o que nos leva a acreditar neles: São Valentim fora um sacerdote cristão e um mártir que teria sido morto a 14 de Fevereiro de 269 d.C.
Quanto à data, algumas pessoas acreditam que se comemora neste dia por ter sido a data da morte de São Valentim. No entanto, outros reivindicam que a Igreja Católica pode ter decidido celebrar a ocasião nesta data como uma forma de cristianizar as celebrações pagãs da Lupercalia. Isto porque, na Antiga Roma, Fevereiro era o mês oficial do início da Primavera e era considerado um tempo de purificação. O dia 14 de Fevereiro era o dia dedicado à Deusa Juno que, para além de rainha de todos os Deuses, era também, para os romanos, a Deusa das mulheres e do casamento. No dia seguinte, 15 de Fevereiro, iniciava-se assim a Lupercalia que celebrava o amor e a juventude. No decorrer desta festa, sorteavam-se os nomes dos apaixonados que teriam de ficar juntos enquanto durasse o festival. Muitas vezes, estes casais apaixonavam-se e casavam. No entanto, e como aconteceu com muitas outras festas pagãs, também a Lupercalia foi um 'alvo a abater' pelo cristianismo primitivo. Numa tentativa de fazer uma transição entre paganismo e cristianismo, os primeiros cristãos substituíram os nomes dos enamorados dos jogos da Lupercalia por nomes de santos e mártires. Assim, conciliavam as festividades com a religião que professavam, aumentando a aceitabilidade por parte dos Romanos. São Valentim não foi excepção e, como tinha sido morto a 14 de Fevereiro, nada melhor para fazer uma adaptação da Lupercalia ao cristianismo, tornando-o como o patrono dos enamorados.


Tradições do Dia de São Valentim


Muitas são as tradições associadas ao dia de São Valentim, variando de país para país. 
Por exemplo, nas Ilhas Britânicas na altura dos Celtas, as crianças costumavam vestir-se de adultos e cantavam de porta em porta, celebrando o amor; no actual País de Gales, os apaixonados trocavam entre si prendas como colheres de madeira com corações gravados, chaves e fechaduras, o que significava «Só tu tens a chave do meu coração». 
Já na Idade Média, em França e na actual Inglaterra, no dia 14 de Fevereiro, os jovens sorteavam os nomes dos seus pares e estes eram cosidos nas mangas durante uma semana. Se alguém trouxesse um coração costurado na camisola, isso significava que essa pessoa estava apaixonada. 
Ao longo dos tempos, as tradições de São Valentim foram adquirindo um grau de complexidade cada vez maior. A cada ano que passava, foram-se criando novas tradições, lendas e brincadeiras, como é o caso das mensagens apaixonadas. 
A tradicional troca de cartões, cartas e bilhetes apaixonados no dia 14 de Fevereiro teve origem na altura da própria lenda de São Valentim, quando este teria deixado um bilhete à filha do seu carcereiro. No entanto, não há qualquer facto que comprove esta lenda. 
Porém, é certo que, no século XV, Charles, o jovem duque de Orleães, terá sido o primeiro a utilizar cartões de São Valentim. Isto porque, enquanto esteve aprisionado na Tower of London, após a batalha de Agincourt em 1945, terá enviado, por altura do São Valentim, vários poemas e bilhetes de amor à sua mulher que se encontrava em França. 
Durante o século XVII sabe-se que era costume os enamorados escreverem poemas originais, ou não, em pequenos cartões que enviavam às pessoas por quem estavam apaixonados. Mas, foi a partir de 1840, na Inglaterra vitoriana, que as mensagens de São Valentim passaram a ser uniformizadas. Os cartões passaram a ser enfeitados com fitas de tecido e papel especial e continham escritos que ainda hoje nos são familiares, como é o caso de «would you be my Valentine». 
Nos dias de hoje, é entre os mais novos que estas mensagens de São Valentim são mais populares, sendo uma forma de expressarem as suas paixões.





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Obrigada Luna. Te adoro!
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Manela não é que teve a mesma ideia que eu, bem ainda bem que se adiantou, já não tive o trabalho..kkkk

Adoro estas pequena curiosidades da história.

Uma bjoka com muito carinho para si.


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Um beijo Luna
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Querida Beatriz será que não há nada para acrescentar à história?


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Obrigada Luna. Te adoro!
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Há sim um poema dedicado a amizade, afinal dia de S. Valentim é dia de carinho para todos.


Recado aos Amigos Distantes

Meus companheiros amados,
não vos espero nem chamo:
porque vou para outros lados.
Mas é certo que vos amo.
 
Nem sempre os que estão mais perto
fazem melhor companhia.
Mesmo com sol encoberto,
todos sabem quando é dia.
 
Pelo vosso campo imenso,
Vou cortando meus atalhos.
Por vosso amor é que penso
e me dou tantos trabalhos.
 
Não condeneis, por enquanto,
minha rebelde maneira.
Para libertar-me tanto,
fico vossa prisioneira.
 
Por mais que longe pareça,
ides na minha lembrança,
ides na minha cabeça,
valeis a minha Esperança.
 
Cecília Meireles, in 'Poemas (1951)'


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Um beijo Luna
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Obrigada, Manela e Beatriz. Vocês são únicas!!! E maravilhosas.

Eu tinha toda a intenção de ter postado ontem mas, pelas razões que já sabem, não pude.

Fica então aqui, embora atrasado, e a assinalar o Dia de S. Valentim, a transcrição de um cartão que o meu Pai colocou num ramo de flores que deu a minha Mãe quando eu nasci. Não era Dia de S.Valentim, mas ainda não se festejava ese dia em Portugal...

«Obrigado pela maravilhosa prenda que me deste e que também é uma prenda que te dei eu a ti. Na verdade, é um presente que Deus nos enviou porque o Amor que nos une encontrou merecimento a Seus olhos. Possa Ele ajudar-me a saber sempre proteger  e educar esta preciosa criança e possa Ele conceder-nos que continuemos a amar-nos todos os dias das nossas vidas.
Teu marido que te adora
Carlos»


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Luna, minha Irmã, obrigada!
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Clara não há palavras para descrever esse gesto de amor tão grande...

O seu pai era de facto um Grande Homem

bjinho.


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Um beijo Luna
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Obrigada, Beatriz. Sabe, às vezes sinto-me profundamente privilegiada e cheia de sorte quando penso na família que Deus me deu.
Tenho muito orgulho nela e o ambiente em que nasci e cresci fizeram com que eu tivesse uma infância e uma adolescência imensamente felizes e que isso seja uma espécie de reserva da minha alma e das minhas memórias onde vou buscar forças e energia quando elas me faltam nos dias de hoje.
eijinho!


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Luna, minha Irmã, obrigada!
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